champanharia. pré-aniversário

Ontem invadimos uma festinha de despedida na Champanharia Ovelha Negra. Eu irei postar como se a festa fosse minha, pra não perder a graça.

Num ambiente em que não servem ceva, tive que adaptar minhas habilidades sócio-noturnas. Substituir a ação de tirar a garrafa de ceva vazia do isopor por virar a garrafa de ponta cabeça no balde de gelo, definitivamente foi uma das belas aprendizagens da noite. Vira, bebe. Vira, bebe.

O resto da noite é um belo blur no meu cérebro.

E pra fechar com chave de ouro, o final da noite foi ao estilo tem-coisas-que-só-mastercard-faz-por-você. Sério.  Só aceitavam Mastercad. Eu não tinha como pagar e tive auxílio Personnalité . :)

Perguntas que não querem calar:

  1. Como Anita conseguiu beber sem virar o copo em ninguém?
  2. Como é possível Cristiano P. beber champanhe e não dormir na mesa?

while( acordada() )

Nas palavras do Cristiano, isso foi o que aconteceu ontem quando eu cheguei em casa após a champanharia.

while( acordada() ) {
deitaNaCaminha();
bateACabeçaNaCama();
vaiNoBanheiro();
dáUmaVomitadinha();
voltaBemLoca() // e pulando
print( “saiu só uma aguinha…” );
print( “agora tô bem… quero fumá um cigarrinho” );
}